Arte e Liberdade

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Porto Alegre, RS, Brazil
Mostro aqui uma parte de meu trabalho em desenho, aquarela, técnica mista, modelagem digital 3D orgânica e poligonal, trabalhos em prata com pedras naturais. Um pouco do que penso em pequenas anotações. Uma boa navegação por este espaço de ilusões materializadas! ................................. "É preciso estar sempre embriagado. Eis aí tudo: é a única questão. Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo que rompe os vossos ombros e vos inclina para o chão, é preciso embriagar-vos sem trégua. Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira. Mas embriagai-vos. E se, alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre a grama verde de um precipício, na solidão morna do vosso quarto, vós acordardes, a embriaguez já diminuída ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo que foge, a tudo que geme, a tudo que anda, a tudo que canta, a tudo que fala, perguntai que horas são; e o vento, a onda, a estrela, o pássaro, o relógio, responder-vos-ão: 'É hora de embriagar-vos! Para não serdes os escravos martirizados do Tempo, embriagai-vos: embriagai-vos sem cessar! De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira'." (Charles Baudelaire)

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Elementos Naturais

Desenho livre, águas marinhas, anéis construídos de improviso, minha homenagem ao Oceano e seus elementais!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

For you to be reborn - Para Você Renascer


Desenho a lápis e aquarela sobre papel- By Dasilva

A pintura é uma profissão para um homem cego. Ele não pinta o que vê, mas o que sente, o que disse para si mesmo que tinha visto. (Pablo Picasso)


Quantas mortes cabem em uma vida? Há quem diga que cada expiração é uma morte. Talvez. Amei pessoas que não conheço mais. Tive amigos com que não converso mais. Admirei paisagens que não vejo mais.

Cada perda, cada separação é uma morte. Já velei muitos mortos nas noites do meu coração. E que noites escuras! Noites frias, chuvosas. Sopram ventos fortes nos campos de minha alma. E é nessa escuridão que nasce a Lua - brilhante,esplendorosa, senhora de seu céu. As nuvens abrem espaço para sua luz e as estrelas, admiradas, curvam-se em respeitosa prostração. Mas a Lua também morre, calada, sufocada, no poente.
Quantas mortes cabem em uma vida? Nenhuma morte cabe em uma vida. A Lua não nasce nem morre. Nem o fazem as pessoas. Tudo está em constante mutação. O Universo se faz de um grande fluxo: um fluxo de poesia, de melodia, de fantasia. A morte criamos nós, os tolos, baseados nas parcas observações de nossa limitada consciência.
( Texto de Nathan Willig)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Refúgio- Trabalho de Diva Rossi


Um trabalho em tinta acrílica sobre cartão de minha aluna e esposa,para mim uma Artista genial, singular!

Refugie-se, mas não esqueça qual o corredor levou-lhe ao esconderijo, observe cada marca
no chão, cada arranhão nas paredes, saiba que é por ali que terá de passar para achar o
caminho de volta. (M.dasilva)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Urbano- Foto Ilustração


Uma simples foto, uma camêra digital comum, mas uma razoável atmosfera digital criada, vou fazer mais algumas e ver o resultado, sei que foi uma noite fria na 7 de Setembro, em frente a um Banco aqui em Porto Alegre, estávamos eu e a Diva caminhando pelo centro e... Valeu!

domingo, 5 de setembro de 2010

Estudo a Lápis e a Poesia de um Amigo




Quiçá (Poema de Sergio D'almeida Silva)

Amor cansei, subi no barco e fui além
pra lá das praias de Belém.
Cansim soprou e me levou daqui,
parti na onda que me quebra em mil pedaços
numa pedra e descansei de mim.
Saí do Beco do Vintém, com alguns bocados
que me levam ao celibato esquizotímico do Zen;
Se alguém perguntar que fim,
não diga nada, mande à lete estou bem,
me sinto leve, parabólica terrestre
Ninfa de uma flor-de-lis
meu mistério quer jazer fosforado num prazer,
onde nada é ninguém
e ninguém é o que parece, nem riqueza,
nem moeda, não há riqueza que se mereça
mais do que o Amor...meu amor,
se disserem que morri e se debaterem nesse engano,
não se zangue, eu não morro
sou mais rápido que o tombo,
creio na ciência do corpo, na fotoplastografia,
num quantum de energia radiante,
quiçá ser um frescor relaxante neste céu de anomalias,
onde um dia homogêneo, reunirei os amigos
e com a cara de todos os bichos te beijarei em silêncio.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Breve Novos Trabalhos - New Art Works Soon

Venho trabalhando e estudando em vários projetos ao mesmo tempo e alguns serão mostrados aqui
em breve! Um abraço a todos.

I've been working in several projects at same time and some of them will be shown here soon! Hugs to everyone.