Arte e Liberdade

Minha foto
Porto Alegre, RS, Brazil
Mostro aqui uma parte de meu trabalho em desenho, aquarela, técnica mista, modelagem digital 3D orgânica e poligonal, trabalhos em prata com pedras naturais. Um pouco do que penso em pequenas anotações. Uma boa navegação por este espaço de ilusões materializadas! ................................. "É preciso estar sempre embriagado. Eis aí tudo: é a única questão. Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo que rompe os vossos ombros e vos inclina para o chão, é preciso embriagar-vos sem trégua. Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira. Mas embriagai-vos. E se, alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre a grama verde de um precipício, na solidão morna do vosso quarto, vós acordardes, a embriaguez já diminuída ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo que foge, a tudo que geme, a tudo que anda, a tudo que canta, a tudo que fala, perguntai que horas são; e o vento, a onda, a estrela, o pássaro, o relógio, responder-vos-ão: 'É hora de embriagar-vos! Para não serdes os escravos martirizados do Tempo, embriagai-vos: embriagai-vos sem cessar! De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira'." (Charles Baudelaire)

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Meu Diário Digital - My Digital Scrapbook



                                              Waking up after a dream
                                              Idon't try to remember it
                                              I just try to live it.
                                                                           (m.dasilva)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Urbano- Foto Ilustração


Uma simples foto, uma câmera digital comum, mas uma razoável atmosfera digital criada, vou fazer mais algumas e ver o resultado, sei que foi uma noite fria na 7 de setembro, em frente a um Banco aqui em Porto Alegre, estávamos eu e a Diva caminhando pelo centro e... Valeu!

domingo, 5 de setembro de 2010

Estudo a Lápis e a Poesia de um Amigo




Quiçá (Poema de Sergio Almeida)

Amor cansei, subi no barco e fui além
pra lá das praias de Belém.
Cansim soprou e me levou daqui,
parti na onda que me quebra em mil pedaços
numa pedra e descansei de mim.
Saí do Beco do Vintém, com alguns bocados
que me levam ao celibato esquizotímico do Zen;
Se alguém perguntar que fim,
não diga nada, mande à lete estou bem,
me sinto leve, parabólica terrestre
Ninfa de uma flor-de-lis
meu mistério quer jazer fosforado num prazer,
onde nada é ninguém
e ninguém é o que parece, nem riqueza,
nem moeda, não há riqueza que se mereça
mais do que o Amor...meu amor,
se disserem que morri e se debaterem nesse engano,
não se zangue, eu não morro
sou mais rápido que o tombo,
creio na ciência do corpo, na fotoplastografia,
num quantum de energia radiante,
quiçá ser um frescor relaxante neste céu de anomalias,
onde um dia homogêneo, reunirei os amigos
e com a cara de todos os bichos te beijarei em silêncio.

domingo, 29 de agosto de 2010

domingo, 7 de junho de 2009

Trabalhando com Metais

  Aqui reuni alguns dos meus primeiros trabalhos em prata com gemas naturais, acredito ter sido uma boa escolha trabalhar com metais, há algo de mágico em tudo isso, para mim é um trabalho livre e de puro improviso muitas vezes, onde algumas peças serão desenhadas, outras só depois de  prontas.


quinta-feira, 8 de maio de 2008

INVENTÁRIO DE ABSTRAÇÕES-Inventory of Abstractions


O Primeiro trabalho de uma série de imagens em bico de pena. 

Há diversas atribuições a esse símbolo tão cercado de mistérios e algumas contradições, na realidade trata-se de aspectos distintos de um símbolo único, que é do princípio ativo e demiúrgico: poder divino, um ente celestial coroado de atributos mágicos, alguns benéficos, outros maléficos. O patriarca Zen Hueineng faz igualmente dos dragões e das serpentes ícones do ódio e do mal por ter certamente suas razões. O terrível Fudô (Acala) nipônico, ao dominar o dragão, vence, assim, a ignorância e a obscuridade. A ambivalência desse

símbolo está evidente quando seu significado é comparado em diferentes culturas. A lenda de Siegfried confirma que o tesouro guardado pelo dragão é a imortalidade. Na dinastia chinesa T'ang ele guarda a grande Pérola. Na Índia algumas doutrinas o identificam com o Princípio,a Agni ou a Prajapathi.

O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica. O dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. O poder do dragão, ensina Chuang-tse, é coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.
Tal símbolo, tão cercado de mistérios e algumas contradições, na realidade trata-se de aspectos distintos de um símbolo único, que é do princípio ativo e demiúrgico: poder divino, um ente celestial coroado de atributos mágicos, alguns benéficos, outros maléficos. O patriarca Zen Hueineng faz igualmente dos dragões e das serpentes ícones do ódio e do mal por ter certamente suas razões. O terrível Fudô (Acala) nipônico, ao dominar o dragão, vence, assim, a ignorância e a obscuridade. A ambivalência desse símbolo está evidente quando seu significado é comparado em diferentes culturas. A lenda de Siegfried confirma que o tesouro guardado pelo dragão é a imortalidade. Na dinastia chinesa T'ang ele guarda a grande Pérola. Na Índia algumas doutrinas o identificam com o Princípio, a Agni ou a Prajapathi.
O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica, tal dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. Esse poder do dragão, ensina Chuang-tse, a coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.

(Do Livro Dicionário de Símbolos de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant)