Obrigado a minha esposa Diva Rossi por me acompanhar e me doar o seu carinho dia após dia, por me presentear com suas imagens tão expressivas, criativas e sinceras, pela paciência, pela dedicação, pela cumplicidade, pelo talento pictórico e culinário, obrigado por ser tão gentil e carinhosa comigo, amo você e repetiria por algumas existências mais, conte comigo sempre! Obrigado a todos os que compartilham ideias, momentos, atitudes e arte comigo, vocês são importantes para mim! 2012, 2013, 2014, 2015 o tempo parece não importar quando cultivamos pequenas e sinceras paixões, espero poder inspirar e ajudar alguém com meu simples trabalho!
Arte e Liberdade
- Marcos Dasilva
- Porto Alegre, RS, Brazil
- Mostro aqui uma parte de meu trabalho em desenho, aquarela, técnica mista, modelagem digital 3D orgânica e poligonal, trabalhos em prata com pedras naturais. Um pouco do que penso em pequenas anotações. Uma boa navegação por este espaço de ilusões materializadas! ................................. "É preciso estar sempre embriagado. Eis aí tudo: é a única questão. Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo que rompe os vossos ombros e vos inclina para o chão, é preciso embriagar-vos sem trégua. Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira. Mas embriagai-vos. E se, alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre a grama verde de um precipício, na solidão morna do vosso quarto, vós acordardes, a embriaguez já diminuída ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo que foge, a tudo que geme, a tudo que anda, a tudo que canta, a tudo que fala, perguntai que horas são; e o vento, a onda, a estrela, o pássaro, o relógio, responder-vos-ão: 'É hora de embriagar-vos! Para não serdes os escravos martirizados do Tempo, embriagai-vos: embriagai-vos sem cessar! De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira'." (Charles Baudelaire)
sábado, 31 de dezembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Proteção Ancestral
Refugio-me, mas não esqueço qual o corredor
levou-me ao esconderijo, observo cada marca no chão,
cada arranhão nas paredes, saberei que por ali terei
de passar para achar o caminho de volta. (Dasilva)
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Um Símbolo Apenas
Um símbolo, imaginado, improvisado, desenhado, ligado, fundido a 1000 °C, laminado, trefilado, serrado, torcido, limado, lixado, soldado, banhado no ácido, lavado, escovado, medido, perfurado, engastado, com tantos "ados e idos" ele foi polido, guardado, com amor emprestado, oferecido, talvez um dia presenteado, mas jamais será vendido. (M.Dasilva)Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinteressada delas. Eu sou ao contrário: o tempo passa e a afeição vai crescendo, morrendo apenas quando a ingratidão e a maldade a fizerem morrer"Correspondência (1916)" de Florbela Espanca
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Invisible Touch - Toque Invisível
Cavalos de carrossel jamais se desgovernam, seguem órbita circular, eternamente repetitiva, cavalos selvagens não reconhecem rotas ou fronteiras e avançam barulhentos, ambos são modelos desagradáveis, por isso me encanta a impossibilidade, a sutileza, a magia dos Pégasos e Unicórnios. (M.Dasilva)
Fotografia feita com uma máquina digital Canon A570 IS 7.1Mp, manipulada no Photoshop CS4! Obs. A máquina eu ganhei de presente do meu amigo Marco Rohenkohl, Valeu "Neni"! Abraço a todos!
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
A Transmissão Final ( em P&B)
domingo, 23 de janeiro de 2011
Trabalhando com Metais
... Sua morte não será feia como ordinariamente acontece todo dia com todo mundo. Se a morte é feia, isso significa que toda a sua vida foi um desperdício. A morte deveria ser uma aceitação pacífica, uma entrada amorosa no desconhecido, um alegre despedir-se dos velhos amigos, do velho mundo. (Osho)
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Elementos Naturais
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
For you to be reborn - Para Você Renascer
Desenho a lápis e aquarela sobre papel- By Dasilva
A pintura é uma profissão para um homem cego. Ele não pinta o que vê, mas o que sente, o que disse para si mesmo que tinha visto. (Pablo Picasso)
Quantas mortes cabem em uma vida? Há quem diga que cada expiração é uma morte. Talvez. Amei pessoas que não conheço mais. Tive amigos com que não converso mais. Admirei paisagens que não vejo mais.
Cada perda, cada separação é uma morte. Já velei muitos mortos nas noites do meu coração. E que noites escuras! Noites frias, chuvosas. Sopram ventos fortes nos campos de minha alma. E é nessa escuridão que nasce a Lua - brilhante, esplendorosa, senhora de seu céu. As nuvens abrem espaço para sua luz e as estrelas, admiradas, curvam-se em respeitosa prostração. Mas a Lua também morre, calada, sufocada, no poente.
Quantas mortes cabem em uma vida? Nenhuma morte cabe em uma vida. A Lua não nasce nem morre. Nem o fazem as pessoas. Tudo está em constante mutação. O Universo se faz de um grande fluxo: um fluxo de poesia, de melodia, de fantasia. A morte criamos nós, os tolos, baseados nas parcas observações de nossa limitada consciência.
(Texto de Nathan Willig)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
O Refúgio- Trabalho de Diva Rossi
Um trabalho em tinta acrílica sobre cartão de minha aluna e esposa, para mim uma Artista genial, singular!
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Urbano- Foto Ilustração
domingo, 12 de setembro de 2010
domingo, 5 de setembro de 2010
Estudo a Lápis e a Poesia de um Amigo

Quiçá (Poema de Sergio Almeida)
Amor cansei, subi no barco e fui além
pra lá das praias de Belém.
Cansim soprou e me levou daqui,
parti na onda que me quebra em mil pedaços
numa pedra e descansei de mim.
Saí do Beco do Vintém, com alguns bocados
que me levam ao celibato esquizotímico do Zen;
Se alguém perguntar que fim,
não diga nada, mande à lete estou bem,
me sinto leve, parabólica terrestre
Ninfa de uma flor-de-lis
meu mistério quer jazer fosforado num prazer,
onde nada é ninguém
e ninguém é o que parece, nem riqueza,
nem moeda, não há riqueza que se mereça
mais do que o Amor...meu amor,
se disserem que morri e se debaterem nesse engano,
não se zangue, eu não morro
sou mais rápido que o tombo,
creio na ciência do corpo, na fotoplastografia,
num quantum de energia radiante,
quiçá ser um frescor relaxante neste céu de anomalias,
onde um dia homogêneo, reunirei os amigos
e com a cara de todos os bichos te beijarei em silêncio.
domingo, 29 de agosto de 2010
domingo, 7 de junho de 2009
Trabalhando com Metais
Aqui reuni alguns dos meus primeiros trabalhos em prata com gemas naturais, acredito ter sido uma boa escolha trabalhar com metais, há algo de mágico em tudo isso, para mim é um trabalho livre e de puro improviso muitas vezes, onde algumas peças serão desenhadas, outras só depois de prontas.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
INVENTÁRIO DE ABSTRAÇÕES-Inventory of Abstractions
O Primeiro trabalho de uma série de imagens em bico de pena.
Há diversas atribuições a esse símbolo tão cercado de mistérios e algumas contradições, na realidade trata-se de aspectos distintos de um símbolo único, que é do princípio ativo e demiúrgico: poder divino, um ente celestial coroado de atributos mágicos, alguns benéficos, outros maléficos. O patriarca Zen Hueineng faz igualmente dos dragões e das serpentes ícones do ódio e do mal por ter certamente suas razões. O terrível Fudô (Acala) nipônico, ao dominar o dragão, vence, assim, a ignorância e a obscuridade. A ambivalência desse
símbolo está evidente quando seu significado é comparado em diferentes culturas. A lenda de Siegfried confirma que o tesouro guardado pelo dragão é a imortalidade. Na dinastia chinesa T'ang ele guarda a grande Pérola. Na Índia algumas doutrinas o identificam com o Princípio,a Agni ou a Prajapathi.
O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica. O dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. O poder do dragão, ensina Chuang-tse, é coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.
símbolo está evidente quando seu significado é comparado em diferentes culturas. A lenda de Siegfried confirma que o tesouro guardado pelo dragão é a imortalidade. Na dinastia chinesa T'ang ele guarda a grande Pérola. Na Índia algumas doutrinas o identificam com o Princípio,a Agni ou a Prajapathi.
O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica. O dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. O poder do dragão, ensina Chuang-tse, é coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.
Tal símbolo, tão cercado de mistérios e algumas contradições, na realidade trata-se de aspectos distintos de um símbolo único, que é do princípio ativo e demiúrgico: poder divino, um ente celestial coroado de atributos mágicos, alguns benéficos, outros maléficos. O patriarca Zen Hueineng faz igualmente dos dragões e das serpentes ícones do ódio e do mal por ter certamente suas razões. O terrível Fudô (Acala) nipônico, ao dominar o dragão, vence, assim, a ignorância e a obscuridade. A ambivalência desse símbolo está evidente quando seu significado é comparado em diferentes culturas. A lenda de Siegfried confirma que o tesouro guardado pelo dragão é a imortalidade. Na dinastia chinesa T'ang ele guarda a grande Pérola. Na Índia algumas doutrinas o identificam com o Princípio, a Agni ou a Prajapathi.
O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica, tal dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. Esse poder do dragão, ensina Chuang-tse, a coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.
O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica, tal dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. Esse poder do dragão, ensina Chuang-tse, a coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.
(Do Livro Dicionário de Símbolos de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant)
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