Arte e Liberdade

Minha foto
Porto Alegre, RS, Brazil
Mostro aqui uma parte de meu trabalho em desenho, aquarela, técnica mista, modelagem digital 3D orgânica e poligonal, trabalhos em prata com pedras naturais. Um pouco do que penso em pequenas anotações. Uma boa navegação por este espaço de ilusões materializadas! ................................. "É preciso estar sempre embriagado. Eis aí tudo: é a única questão. Para não sentirdes o horrível fardo do Tempo que rompe os vossos ombros e vos inclina para o chão, é preciso embriagar-vos sem trégua. Mas de quê? De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira. Mas embriagai-vos. E se, alguma vez, nos degraus de um palácio, sobre a grama verde de um precipício, na solidão morna do vosso quarto, vós acordardes, a embriaguez já diminuída ou desaparecida, perguntai ao vento, à onda, à estrela, ao pássaro, ao relógio, a tudo que foge, a tudo que geme, a tudo que anda, a tudo que canta, a tudo que fala, perguntai que horas são; e o vento, a onda, a estrela, o pássaro, o relógio, responder-vos-ão: 'É hora de embriagar-vos! Para não serdes os escravos martirizados do Tempo, embriagai-vos: embriagai-vos sem cessar! De vinho, de poesia ou de virtude, à vossa maneira'." (Charles Baudelaire)

domingo, 17 de junho de 2012

Linha Improvisada- Speed Line


Me acene da torre, me diga algo que não seja seu nome, me alcance a bússola pela fresta, deixe um recado na lua e se estiver muito escuro... dividiremos os vaga-lumes, acho que seria melhor você vir comigo. (Dasilva)

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A Transmissão Final



"Não é possível viver sem nos implicarmos. «O mundo está em cha­mas», dizem há quase três mil anos os textos budistas, «o fogo da ignorân­cia, o fogo da inveja, o fogo da violência, devoram-no.»  Um mundo em que guerras mais radicalmente destruidoras do que nunca se instalam no meio de uma paz que não é paz,  de um mundo onde os jornais publicam lado a lado anúncios de restaurantes gastronômicos e reportagens so­bre a fome no mundo, onde cada casaco de peles é um passo para a extin­ção de uma espécie viva, onde a nossa sede de velocidade agrava dia a dia a poluição de um mundo de que dependemos para viver. É inútil dizer-lhes (aos jovens) que os mais hábeis, ou talvez os mais sábios, conse­guem vencer o caos que nos rodeia e até dele extrair parcelas de felicidade e de êxito pessoal, quando aquilo que os faz morrer não é a sua própria an­gústia, mas a dos outros."
Marguerite Yourcenar, Le Temps ce grand sculpteur







sábado, 28 de abril de 2012

Conjunção


Peça em prata, topázio azul, lápis lázuli,cristal de rocha e detalhes em ouro 18k.Esse foi um dos meus primeiros pingentes em 1997.

sábado, 21 de abril de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012

Uma janela para festejar

Trabalho de minha esposa Diva Rossi em tinta acrílica sobre cartão para a capa do mais recente trabalho de Luizinho Santos, intitulado Almanaque Popular, com composições de feras como Cristovão Bastos, Jota Moraes e Dudu Penz!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

A transmissão Final


Uma das gravuras que estará ilustrando meu livro intitulado O Mundo Secreto das Criaturas, Imagens de Sonhos, talvez seja finalizado num futuro longínquo. Um abraço a todos vocês. 

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Modelando a Mão

                             
                                                         
Modelando o Corpo Masculino no  ZBrush, detalhe da mão, também estão sendo modelados músculos e ossos. Breve mostrarei parte por parte do corpo masculino e feminino como uma referência para estudos de arte e anatomia para artistas iniciantes e simpatizantes interessados nesse tópico. Espero estar ajudando.
Um abraço a todos.


sábado, 31 de dezembro de 2011

Um Fantástico 2012 para todos!


Obrigado a minha esposa Diva Rossi por me acompanhar  e me doar o seu carinho dia após dia, por me presentear com suas imagens tão expressivas, criativas e sinceras, pela paciência, pela dedicação, pela cumplicidade, pelo talento pictórico e culinário, obrigado por ser tão gentil e carinhosa comigo, amo você e repetiria por algumas existências mais, conte comigo sempre! Obrigado a todos os que compartilham ideias, momentos, atitudes e arte comigo, vocês são importantes para mim! 2012, 2013, 2014, 2015 o tempo parece não importar quando cultivamos pequenas e sinceras paixões, espero poder inspirar e ajudar alguém com meu simples trabalho! 

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Proteção Ancestral



Refugio-me, mas não esqueço qual o corredor
levou-me ao esconderijo, observo cada marca no chão,
cada arranhão nas paredes, saberei que por ali terei
de passar para achar o caminho de volta. (Dasilva)



segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Um Símbolo Apenas


Um símbolo, imaginado, improvisado, desenhado, ligado, fundido a 1000 °C, laminado, trefilado, serrado, torcido, limado, lixado, soldado, banhado no ácido, lavado, escovado, medido, perfurado, engastado, com tantos "ados e idos" ele foi polido, guardado, com amor emprestado, oferecido, talvez um dia presenteado, mas jamais será vendido. (M.Dasilva)

Eu não sou como muita gente: entusiasmada até à loucura no princípio das afeições e depois, passado um mês, completamente desinteressada delas. Eu sou ao contrário: o tempo passa e a afeição vai crescendo, morrendo apenas quando a ingratidão e a maldade a fizerem morrer
 "Correspondência (1916)" de Florbela Espanca

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Invisible Touch - Toque Invisível



Cavalos de carrossel jamais se desgovernam, seguem órbita circular, eternamente repetitiva, cavalos selvagens não reconhecem rotas ou fronteiras e avançam barulhentos, ambos são modelos desagradáveis, por isso me encanta a impossibilidade, a sutileza, a magia dos Pégasos e Unicórnios. (M.Dasilva)


Fotografia feita com uma máquina digital  Canon A570 IS  7.1Mp, manipulada no Photoshop CS4!   Obs. A máquina eu ganhei de presente do meu amigo Marco Rohenkohl, Valeu "Neni"! Abraço a todos!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

A Transmissão Final ( em P&B)


Eu voo como eu posso, mas imagino como seria se eu pudesse mais... mas tudo acaba em desenho! (Dasilva)


domingo, 23 de janeiro de 2011

Trabalhando com Metais



  Faça todas as coisas criativas, faça o melhor a partir do pior - isso é o que eu chamo de arte. E se um homem viveu toda a vida fazendo a todo momento uma beleza, um amor, um desfrute, naturalmente a sua morte será o supremo pico no empenho de toda a sua vida.
... Sua morte não será feia como ordinariamente acontece todo dia com todo mundo. Se a morte é feia, isso significa que toda a sua vida foi um desperdício. A morte deveria ser uma aceitação pacífica, uma entrada amorosa no desconhecido, um alegre despedir-se dos velhos amigos, do velho mundo. (Osho)  

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Elementos Naturais


Peças construídas com um desenho bastante livre, águas marinhas, berilos, pérolas, anéis construídos de improviso apenas com o desenho estrutural definido, minha homenagem ao Oceano e seus elementais!

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

For you to be reborn - Para Você Renascer


Desenho a lápis e aquarela sobre papel- By Dasilva


A pintura é uma profissão para um homem cego. Ele não pinta o que vê, mas o que sente, o que disse para si mesmo que tinha visto. (Pablo Picasso)


  Quantas mortes cabem em uma vida? Há quem diga que cada expiração é uma morte. Talvez. Amei pessoas que não conheço mais. Tive amigos com que não converso mais. Admirei paisagens que não vejo mais.
Cada perda, cada separação é uma morte. Já velei muitos mortos nas noites do meu coração. E que noites escuras! Noites frias, chuvosas. Sopram ventos fortes nos campos de minha alma. E é nessa escuridão que nasce a Lua - brilhante, esplendorosa, senhora de seu céu. As nuvens abrem espaço para sua luz e as estrelas, admiradas, curvam-se em respeitosa prostração. Mas a Lua também morre, calada, sufocada, no poente.
Quantas mortes cabem em uma vida? Nenhuma morte cabe em uma vida. A Lua não nasce nem morre. Nem o fazem as pessoas. Tudo está em constante mutação. O Universo se faz de um grande fluxo: um fluxo de poesia, de melodia, de fantasia. A morte criamos nós, os tolos, baseados nas parcas observações de nossa limit
ada consciência.
(Texto de Nathan Willig)  

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O Refúgio- Trabalho de Diva Rossi


Um trabalho em tinta acrílica sobre cartão de minha aluna e esposa, para mim uma Artista genial, singular!


quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Meu Diário Digital - My Digital Scrapbook



                                              Waking up after a dream
                                              Idon't try to remember it
                                              I just try to live it.
                                                                           (m.dasilva)

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Urbano- Foto Ilustração


Uma simples foto, uma câmera digital comum, mas uma razoável atmosfera digital criada, vou fazer mais algumas e ver o resultado, sei que foi uma noite fria na 7 de setembro, em frente a um Banco aqui em Porto Alegre, estávamos eu e a Diva caminhando pelo centro e... Valeu!

domingo, 5 de setembro de 2010

Estudo a Lápis e a Poesia de um Amigo




Quiçá (Poema de Sergio Almeida)

Amor cansei, subi no barco e fui além
pra lá das praias de Belém.
Cansim soprou e me levou daqui,
parti na onda que me quebra em mil pedaços
numa pedra e descansei de mim.
Saí do Beco do Vintém, com alguns bocados
que me levam ao celibato esquizotímico do Zen;
Se alguém perguntar que fim,
não diga nada, mande à lete estou bem,
me sinto leve, parabólica terrestre
Ninfa de uma flor-de-lis
meu mistério quer jazer fosforado num prazer,
onde nada é ninguém
e ninguém é o que parece, nem riqueza,
nem moeda, não há riqueza que se mereça
mais do que o Amor...meu amor,
se disserem que morri e se debaterem nesse engano,
não se zangue, eu não morro
sou mais rápido que o tombo,
creio na ciência do corpo, na fotoplastografia,
num quantum de energia radiante,
quiçá ser um frescor relaxante neste céu de anomalias,
onde um dia homogêneo, reunirei os amigos
e com a cara de todos os bichos te beijarei em silêncio.

domingo, 29 de agosto de 2010

domingo, 7 de junho de 2009

Trabalhando com Metais

  Aqui reuni alguns dos meus primeiros trabalhos em prata com gemas naturais, acredito ter sido uma boa escolha trabalhar com metais, há algo de mágico em tudo isso, para mim é um trabalho livre e de puro improviso muitas vezes, onde algumas peças serão desenhadas, outras só depois de  prontas.


quinta-feira, 8 de maio de 2008

INVENTÁRIO DE ABSTRAÇÕES-Inventory of Abstractions


O Primeiro trabalho de uma série de imagens em bico de pena. 

Há diversas atribuições a esse símbolo tão cercado de mistérios e algumas contradições, na realidade trata-se de aspectos distintos de um símbolo único, que é do princípio ativo e demiúrgico: poder divino, um ente celestial coroado de atributos mágicos, alguns benéficos, outros maléficos. O patriarca Zen Hueineng faz igualmente dos dragões e das serpentes ícones do ódio e do mal por ter certamente suas razões. O terrível Fudô (Acala) nipônico, ao dominar o dragão, vence, assim, a ignorância e a obscuridade. A ambivalência desse

símbolo está evidente quando seu significado é comparado em diferentes culturas. A lenda de Siegfried confirma que o tesouro guardado pelo dragão é a imortalidade. Na dinastia chinesa T'ang ele guarda a grande Pérola. Na Índia algumas doutrinas o identificam com o Princípio,a Agni ou a Prajapathi.

O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica. O dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. O poder do dragão, ensina Chuang-tse, é coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.
Tal símbolo, tão cercado de mistérios e algumas contradições, na realidade trata-se de aspectos distintos de um símbolo único, que é do princípio ativo e demiúrgico: poder divino, um ente celestial coroado de atributos mágicos, alguns benéficos, outros maléficos. O patriarca Zen Hueineng faz igualmente dos dragões e das serpentes ícones do ódio e do mal por ter certamente suas razões. O terrível Fudô (Acala) nipônico, ao dominar o dragão, vence, assim, a ignorância e a obscuridade. A ambivalência desse símbolo está evidente quando seu significado é comparado em diferentes culturas. A lenda de Siegfried confirma que o tesouro guardado pelo dragão é a imortalidade. Na dinastia chinesa T'ang ele guarda a grande Pérola. Na Índia algumas doutrinas o identificam com o Princípio, a Agni ou a Prajapathi.
O Matador do Dragão é o sacrificador que aplaca a potência divina e com ela se identifica, tal dragão produz o Soma, que é a bebida da imortalidade. Esse poder do dragão, ensina Chuang-tse, a coisa misteriosa: é a resolução dos contrários, por isso Confúcio viu, segundo ele, em Lao-tse a própria personificação do dragão.

(Do Livro Dicionário de Símbolos de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant)